Capítulo Setenta e Oito 【De quem é?】 (Já passou da meia-noite, peço um voto mínimo!)
Vocês são... incríveis! O desempenho no primeiro dia de publicação me deixou boquiaberto...
Quando acordei à noite e dei uma olhada, não consegui conter a emoção e escrevi mais um capítulo.
Aqui está!
PS: Ontem à noite publiquei um capítulo avulso, mas cometi um erro na configuração e acabou ficando pago. Peço desculpas!
Os capítulos VIP não podem ser configurados como gratuitos diretamente, então nos próximos capítulos vou tentar acrescentar alguns extras para compensar vocês!
Capítulo Setenta e Oito
Já passava das dez da noite quando Jiang Yingzi terminou a reunião. Após a dispersão dos diversos executivos, ela dirigiu-se à sala de descanso. Imaginava que a filha já teria adormecido por não conseguir esperar, mas ao abrir a porta, deparou-se com Li Yingwan digitando avidamente no celular.
"Está conversando com quem?"
"Com Chen Nuo."
Jiang Yingzi assentiu com a cabeça e ainda recomendou: "Converse à vontade."
Era para ser uma frase de incentivo, mas Li Yingwan revirou os olhos com impaciência.
Se Sun CC estivesse ali, provavelmente se emocionaria. Se o velho Sun fosse tão esclarecido, a cada vez que Sun, a bela do campus, quisesse abraçar o pequeno Chen e fazer graça, não precisaria agir às escondidas.
Jiang Yingzi olhou para o relógio: "Vamos, comer alguma coisa."
Li Yingwan levantou-se, mas não largou o celular, continuando a digitar enquanto seguia atrás da mãe.
O prédio tinha sete andares e contava com elevador. Antes de mãe e filha chegarem ao elevador, a secretária já havia apertado o botão e aguardava, curvada à porta.
Enquanto esperavam, Jiang Yingzi perguntou: "Como está sua convivência com Chen Nuo ultimamente?"
Li Yingwan não quis responder, resmungando.
Jiang Yingzi suspirou, queria dizer mais, mas o elevador já havia chegado.
Na sala de distribuição elétrica, uma figura estava envolta na escuridão, estendendo a mão para abrir o quadro. Vestia o uniforme da fábrica, mas o cabelo estava desgrenhado, usava uma máscara industrial, deixando à mostra apenas os olhos castanhos.
O quadro estava aberto, e no instante em que a pessoa se preparava para puxar uma alavanca...
De repente, um vento forte veio por trás!
O assassino de uniforme parecia alerta, curvando-se rapidamente para frente, e ouviu um som metálico!
Uma pedra bateu no cano de metal à sua frente.
Uma figura ágil avançou!
O assassino reagiu com extrema rapidez, abandonou a tentativa de cortar a energia e saltou como um gato!
O atacante acertou o lugar onde o assassino estava, mas atingiu apenas o cano na parede.
O som de impacto foi suficiente para mostrar a força do golpe: o metal ficou amassado!
Na escuridão, os dois travaram uma luta corpo a corpo!
O assassino era ágil e misterioso, sacou uma faca e tentou afastar o adversário, correndo para a porta.
O oponente também usava uniforme, mas tinha capacete. Silencioso, atacava com vigor.
Suas técnicas eram precisas, uma mão em forma de garra, a outra em palma, com força interna oculta! Após alguns movimentos, ouviu-se o rasgar do tecido: o assassino teve a roupa puxada.
"Arte marcial nacional?" O assassino murmurou com voz rouca, então lançou a faca.
O atacante desviou, bateu na faca no ar, e o assassino aproveitou para correr à porta, abrindo-a.
O adversário já estava próximo, a palma da mão carregava um som de trovão, atingindo as costas do assassino. Este sorriu friamente, mas concentrou-se e lançou uma agulha de aço.
O atacante reagiu, transformando a palma em garra, segurando a agulha, e recuando rapidamente!
A força da agulha se