Ele veio de outro tempo, mas infelizmente viveu em uma era de guerras e turbulências. Originalmente descendente de uma família aristocrática, foi forçado a vagar pelo mundo. Para sobreviver e proteger
No topo de uma colina solitária, uma bandeira do Grande Chu, esfarrapada e cheia de buracos, permanecia inclinada, balançando furiosamente ao vento noturno. O imenso caractere de Chu, no centro da bandeira, estava pela metade, e o rasgo aberto parecia uma boca negra escancarada, zombando de tudo à sua volta. Sob a bandeira, um soldado estava caído, agarrando-a com força, a cabeça pendida sobre o peito. Uma lança atravessava-lhe o peito, fincada profundamente no solo, o sangue seco já roxo-escuro ao longo da haste. Ele estava morto havia muito tempo, mas ainda assim se recusara a soltar a bandeira.
Ao redor da bandeira, amontoavam-se incontáveis cadáveres. Evidentemente, ali travara-se uma batalha feroz e sangrenta. Descendo pela encosta, corpos de ambos os lados misturavam-se, exibindo as mais diversas formas de morte, espalhando-se até onde a vista alcançava. A relva, outrora verde, já era rubra de sangue; a olho nu, naquela campina de vários quilômetros, milhares haviam tombado.
Um abutre planava em círculos, excitado ao descobrir tamanha fartura. Com um grito agudo, mergulhou, assustando alguns cães selvagens que rasgavam os corpos no chão. Eles fugiram, mas logo pararam a poucos metros, virando-se relutantes, com as cabeças peludas sujas de sangue e as narinas arfando, enquanto a saliva misturada a sangue escorria de suas bocas entreabertas, os dentes ainda cravados em fiapos de carne.
O orgulhoso abutre lançou um olhar de desprezo aos cães e, indiferente, cravou seu bico curvo e afiado na carne diante de si, arrancando um naco e engolindo-o com o p