Capítulo Sessenta e Quatro: O Confronto com o Imperador da Guerra

Imortal e Marcial: No Início, Assinei com o Exército da Armadura Negra Lin do Oriente 2779 palavras 2026-02-07 13:27:53

Enquanto a imperatriz se afligia com seus elixires, Su Zhe já conduzira suas tropas até as portas da cidade. Agora, emanava uma aura poderosa, seus olhos cintilando com um brilho gélido enquanto fixava o olhar sobre as muralhas. Lá, o Imperador de Cangwu permanecia firme, seu manto real esvoaçando ao vento cortante, a pressão de sua presença se espalhando por todo o ambiente. O domínio de sua cultivação, no nível de habilidades sobrenaturais, causava espanto a todos.

Ao seu lado estavam vários generais, igualmente notáveis, todos com as faces carregadas de preocupação. Afinal, Su Zhe era um adversário extremamente difícil de lidar.

— Rei de Zhou, independentemente das razões, não poderíamos negociar com calma? Por que iniciar um ataque tão grandioso? Vejo que seus objetivos não são de conquistar terras. Sendo assim, não há motivos para não dialogarmos. O que me diz? — O tom do Imperador de Cangwu era sincero, sua postura humilde. Se pudesse evitar tornar-se inimigo de Su Zhe, seria o melhor caminho. Afinal, ele era um herói da humanidade. Mesmo que conseguisse derrotá-lo, teria de ponderar sobre matá-lo ou não. O Salão do Imperador Humano não era apenas simbólico; sua força central eram esses heróis humanos. Se um dia uma grande guerra irrompesse e, ao convocar os heróis, descobrisse que Su Zhe fora morto por suas mãos, por mais justificativas que houvesse, enfrentaria uma investigação exaustiva, suficiente para lhe causar problemas sérios. Se Su Zhe tivesse boas relações com outros membros do salão, sua morte seria certa. Por isso, o imperador não queria a guerra, a menos que fosse absolutamente necessário.

Ao ouvir tais palavras, Su Zhe respondeu friamente:

— Muito bem, se deseja negociar, demonstre sinceridade. Abra os portões agora e entregue sua imperatriz. Se aceitar, acreditarei em sua honestidade. Caso contrário, se hoje eu tomar sua cidade, não deixarei nenhum membro da família real vivo!

Sua voz era dura e desprovida de emoção, mas provocou a ira do Imperador de Cangwu. Jamais imaginara que Su Zhe exigiria algo tão extremo. Por mais que desejasse a paz, entregar sua esposa era impensável. Nem mesmo pessoas comuns fariam isso, quanto mais um imperador.

Com isso em mente, o imperador bradou furiosamente:

— Rei de Zhou, que vergonha! Se é assim, enfrentemos a batalha! Quero ver se é capaz de conquistar minha cidade!

Ao terminar, sacou sua arma.

Diante desse cenário, Su Zhe não se prolongou e ordenou friamente:

— Ataquem!

Hoje, ele precisava conquistar a cidade. Assim que a ordem foi dada, o exército de Tigres, portando escudos, avançou lentamente. Seus uniformes vermelhos pareciam chamas ardentes. Porém, ali era a cidade imperial, e o Imperador de Cangwu não pretendia apenas defender; preparara uma contraofensiva.

Quando o exército de Tigres se aproximou, ouviu-se um estrondo e os portões foram abertos. Uma tropa saiu em disparada, vestindo armaduras douradas e portando lanças de guerra. Cada soldado emanava uma aura vigorosa. À frente deles estava um comandante também em armadura dourada, que ao sair dos portões, rugiu:

— Eu sou o Marquês do Norte! Quem ousa enfrentar-me?

Ao terminar, uma onda de intenção assassina se espalhou. Sua espada de dragão azul reluzia com uma luz intensa. Era o mais poderoso do império, depois do próprio imperador.

Assim que sua voz se calou, o exército atrás dele rugiu:

— Raaaar!

O brado ressoou, e uma aura impressionante inundou o campo. Su Zhe manteve-se impassível, enquanto Xu Huang, atrás dele, montou rapidamente seu cavalo de guerra. O animal relinchou, e a machadinha nas mãos de Xu Huang arrastou no solo. Ao chegar diante do Marquês do Norte, o machado descreveu um arco imenso, descendo como uma montanha em queda.

O golpe era de força incomparável; ao cortar o ar, fazia ecoar trovões.

— Craack! —

Ao ver o machado envolto em relâmpagos, o Marquês do Norte não hesitou e recuou imediatamente, sem qualquer vacilação. Logo que se afastou, o local onde estivera foi dilacerado por uma fissura enorme, como um abismo, impressionando a todos.

O Marquês do Norte ficou apreensivo, mas seus soldados não tiveram a mesma sorte; sob a força devastadora do ataque, um grupo foi transformado em névoa de sangue, morrendo no campo de batalha.

Diante desse cenário, todos arregalaram os olhos, impressionados com a coragem de Xu Huang. Sem parar, ele continuou avançando, golpeando novamente com o machado.

O Marquês do Norte, apavorado, não tinha mais para onde fugir; só lhe restou erguer sua arma para defender-se.

— Bum! —

No instante seguinte, foi lançado ao ar, colidindo contra os portões, seu corpo coberto de rachaduras, e os portões despedaçados. O exército de Tigres avançou sem hesitar, empurrando à frente. Os soldados da cidade imperial de Cangwu não tinham como resistir a tal ataque; sob a investida dos Tigres, recuaram rapidamente, fugindo para dentro da cidade.

O campo de batalha tornara-se perigoso demais. O Imperador de Cangwu, sobre as muralhas, estava lívido; jamais imaginara que sua grandiosa cidade teria os portões rompidos em tão pouco tempo.

Gritou furioso para Su Zhe:

— Rei de Zhou, pretende mesmo lutar até a morte?

Seus olhos estavam vermelhos, mas Su Zhe respondeu friamente:

— Tenho motivos para entrar na cidade; quem se opuser, será morto!

Ao terminar, fez um gesto e o restante das tropas avançou como uma maré. Diante disso, o Imperador de Cangwu não disse mais nada, apenas bradou para seu exército:

— Todos, sigam-me! Lutem contra o inimigo!

Assim dizendo, saltou das muralhas, envolto em luz divina, sua arma reluzindo intensamente. Era inegável que a família real contava com mestres; ao saltarem, Su Zhe percebeu vários combatentes de alto nível entre eles. Mas não sentiu medo; sua vontade de lutar só aumentou.

Nesse momento, a voz do sistema soou em sua mente:

— Ding! Deseja registrar presença no campo de batalha de cinco estrelas?