O trabalhador dedicado Lin Chaoyang estava tão ocupado com o trabalho que nem sequer tinha tempo para encontros arranjados. Após uma reviravolta, acabou se casando com Tao Yushu, a jovem mais bela e c
— Ei, aquela menina da Tao Yushu afinal não voltou mesmo, né?
— Agora, nessa altura do campeonato, voltar pra quê! Dizem que já faz meio ano, nem sequer escreveu uma carta. Eu sempre disse, ela é uma jovem instruída da cidade, bonita como uma flor, ainda por cima passou numa das melhores universidades de Yanjing, como é que ia ficar com o Chaoyang?
— A Ercun vive de espertezas! Passou a vida toda tramando, e no fim, armou pra meter o próprio filho numa enrascada dessas!
— A família da Tao Yushu é de tradição literária, dizem que tem até professor universitário em casa. A Ercun queria melhorar a linhagem da família Lin, mas olha aí, perdeu a nora e ainda saiu no prejuízo!
— Hehe! Cada um com seu destino. Não adianta teimar, teimar não resolve nada!
A velha amoreira, típica das aldeias do norte, parecia já um ancião entre as árvores. No auge do verão, seus galhos formavam uma copa frondosa, projetando uma sombra generosa sob o sol. Debaixo dela, um grupo de mulheres de meia-idade, vestidas com simplicidade, conversava enquanto se ocupava com o trabalho, trocando histórias do cotidiano do grupo de produção.
O foco do assunto naquele dia era o chefe do grupo de produção de Xiaoyangtun, Lin Ercun, e seu filho Lin Chaoyang. Não era só nesse dia; há mais de seis meses, eles vinham sendo o tema favorito das conversas das mulheres da aldeia.
Foi quando uma mulher de aparência rude, com mais de cinquenta anos, rosto marcado por rugas e pelos duros anos de trabalho, passou por ali. Seus lábios mais finos do que o comum, evidenciavam uma tagarela nata.<