Quem disse que a Espada Dispersa de Demônios é a melhor técnica do mundo? Quem afirmou que o Manual do Girassol é invencível? Quem proclamou que as Nove Espadas de Dugu buscavam um adversário e jamais
O Monte Hua do Oeste ergue-se imponente e majestoso, sua beleza infinita reside nos caracteres de “extraordinário” e “perigoso”. O sol nascente espalha sua luz por todo o mundo.
Na encosta leste do Monte Hua, a meio caminho da montanha, sobre uma pedra que se projeta de um penhasco íngreme, está sentado um pequeno vulto. Ele tem apenas sete ou oito anos, veste um traje verde ajustado, o cabelo preso num rabo de cavalo simples, abraça uma espada curta e medita de olhos fechados.
A luz do sol ilumina seu rosto infantil, revelando ainda uma camada de penugem que não desapareceu totalmente. De repente, ele abre os olhos, salta do chão e desembainha a espada curta. Seus movimentos são ágeis, o brilho da lâmina reluz, enquanto executa uma a uma as treze técnicas do Monte Hua.
Nuvens brancas emergem do vale, o fênix chega em majestade, a seda celestial pendurada de cabeça para baixo, o arco-íris atravessa o sol, o pinheiro recebe os visitantes, a garça dourada cruza os céus, folhas caem sem fim, montanhas azuis ocultas, ciprestes antigos e densos, tambores e sinos ressoam juntos, o sábio monta o dragão, brisa fresca traz alívio, poesia e espada unem amigos.
A arte da espada do Monte Hua busca a harmonia entre o extraordinário e o perigoso, com movimentos graciosos e elegantes, alternando com súbitas elevações de dificuldade, perseguindo o equilíbrio entre o inusitado e o correto, a vitória dentro do risco.
Mas, nas mãos desse jovem, cada golpe é preciso e metódico, revelando uma profundidade de intenção, firmeza e força, sem traço de risco ou ousad