Há um Rio Meia-Lua na Estepe

Há um Rio Meia-Lua na Estepe

Autor: Pastor Lin Xi
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Três gerações, quarenta anos de luta contínua e esforço perseverante, tudo para vencer a pobreza e viver com dignidade. Houve momentos de amargura e de doçura, de queixas e de gratidão, de lágrimas e

Prefácio: As vidas passadas e presentes do Rio Lua Crescente

“O bem-estar é medido pelo bem-estar do povo.” O anseio e a busca por uma vida próspera são os sonhos mais simples dos camponeses, contudo, no caminho em direção a esse sonho, há uma pedra difícil de desviar: a pobreza.

A pobreza não é motivo de vergonha, mas está longe de ser motivo de orgulho. Afinal, o tempo em que se vangloriava da miséria já ficou para trás. Não é a pobreza que assusta, mas sim o contentamento com ela, o medo de enfrentar o “demônio da miséria”. É verdade que as causas da pobreza são muitas, e as formas de vencê-la também, mas existe um elemento essencial: a luta!

Sem luta, não há ascensão! Sem ascensão, não há progresso! No ideograma antigo para “lutar”, o centro representa um pássaro, a parte superior lembra asas prestes a voar, enquanto a parte inferior simboliza a terra vasta. Assim como as aves alçam voo, a humanidade só alcança grandes conquistas com os pés no chão – esta é a verdadeira luta. Para que ela aconteça, são necessários fatores internos e externos. Os fatores externos são importantes, como a temperatura e a umidade adequadas para que o ovo se transforme em pintinho; mas os fatores internos são ainda mais cruciais: se o ovo está estragado, de nada adianta criar o ambiente perfeito, pois nada nascerá dele, apenas se terá um ovo vazio.

Por isso, se o povo deseja avançar através da luta, tornando-se verdadeiros sonhadores no caminho do bem-estar, precisa constantemente despertar sua força interior. Isso requer apoio e estímulo externos, o envolvimento das organizações partidárias, o exemplo dos líderes e pioneiros, a i

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