Ele era um jovem solitário, e seu nome era Lan. Lan era um assassino desprovido de sentimentos, jamais havia falhado em nenhuma missão. No entanto, durante uma tarefa para roubar um tesouro, algo ines
Continente Douluo, sudoeste do Império Celeste Dou, Província de Fasno.
Na fronteira da Província de Fasno, há um pico solitário que toca as nuvens, chamado Pico do Paraíso. A brisa da primavera chega silenciosamente, e todas as criaturas no alto da montanha parecem despertar de um longo sono. Com alegria, abrem os olhos, a montanha torna-se mais suave, as águas sob o pico crescem, e o rosto do sol começa a se tingir de um rubor avermelhado.
Nos galhos das árvores, as folhas brotam discretamente, tenras e verdes. Com o fluxo de energia espiritual pela montanha, as flores de pessegueiro se abrem.
Neste momento, é o início da manhã, neblina serpenteia entre os vales, vapor denso paira. Aos poucos, uma fumaça azulada surge no topo da montanha. Observando de perto, percebe-se que ali vive uma família.
Diante de uma cabana construída com o entrelaçamento de quatro pessegueiros, há uma figura magra. É uma criança de cinco ou seis anos, vestindo uma túnica de linho marrom fina, com um manto azul, segurando firmemente duas lâminas curtas nas mãos, com olhos cheios de confusão.
“Lan, venha comer.” Uma voz suave soa do interior da cabana. Uma menina de saia verde sai, com aparência pura, sobrancelhas arqueadas, olhos brilhantes, rosto claro e traços delicados.
Ao ouvir, o menino olha para o céu azul, as pupilas se contraem ligeiramente, guarda suas lâminas, lança um olhar à menina, mantendo o semblante frio.
“Wenji, pode comer primeiro.” O menino responde calmamente.
Já faz alguns anos que chegaram ao Continente Douluo, e ambos torna