Capítulo 15 Você vê apenas o favoritismo, mas não percebe a dedicação.

Deixe você escrever a transação, você faz o protagonista vender sucata Leigo pequeno negro 3164 palavras 2026-07-31 05:06:22

A relação entre médico e paciente é, sem dúvida, um ponto sensível na sociedade.

O curta termina aqui, passando do advogado defendendo um assassino, ao professor sendo parcial, passando pela manipulação no trabalho, pela caridade não reconhecida, e finalmente pela relação médico-paciente. Pode-se dizer que, para o público, pelo menos um desses temas toca um ponto sensível em cada um.

Dizer que está cheio de energia negativa não seria exagero.

Rapidamente, Li Huan começa a postar a segunda parte da história.

No início, a advogada sai do tribunal, cercada pela família da vítima, que a acusa com fúria!

“Você é cúmplice do assassino!”

“Você é o assassino!”

“Por que você defende um assassino?”

“Você é o assassino, é cúmplice dele!”

O olhar da família da vítima é como se eles estivessem encarando o próprio criminoso!

E não são só essas pessoas; na internet, muitos também a atacam, dizendo que ela “fala em nome do diabo, manchando sua reputação para sempre!”

Dizem que “provavelmente recebeu muito dinheiro e fez arranjos por cima!”

Alguns chegam até a revelar sua identidade.

Há quem jogue lixo na porta da sua casa!

A advogada aperta os lábios, sentindo-se injustiçada.

A narração surge: “Para você, ofensas são apenas uma forma de buscar justiça para seu coração.”

Do ponto de vista do resultado, parece justo; afinal, ela defendeu um assassino, correu por ele, e ser tratada assim parece merecido, não é?

A cena seguinte, com o professor parcial, traz uma virada.

O aluno reprimido finalmente explode e diz o que todos pensam: “Não é só porque ela tem boas notas e eu não?”

O professor ouve, mas não entende direito, e pergunta: “O que você disse?”

O garoto se levanta de repente e explode completamente.

“Eu disse que sou burro, que não aprendo! Está bom assim?”

Enquanto fala, começa a rasgar página por página do livro!

A narração reaparece: “Para você, esse grito é um consolo para um crescimento que não foi tratado com justiça.”

Desta vez, nos comentários, só se vê:

“Mandou bem!”

“Que atitude, incrível!”

“Já estava aguentando demais!”

“Estudantes hoje em dia passam por muita coisa!”

“O professor foi parcial, mas ele só falou o que os alunos com notas baixas sentem!”

A cena muda para um escritório.

A funcionária está chateada, e uma colega ao lado pergunta: “Foi repreendida de novo?”

“Sempre exploram os novatos, se aproveitam dos fracos! Veja ele! Na frente do chefe, é um puxa-saco! Parece um cachorro...”

Enquanto ela fala, a câmera segue seu olhar para o escritório do chefe, onde o supervisor baixinho e gorducho, que antes tratava mal a funcionária, agora se mostra cheio de bajulação diante do chefe, totalmente outra pessoa.

“Quando eu encontrar uma chance, vou reclamar dele para o chefe!”

A narração aparece novamente: “Para você, confrontos podem ser a única maneira de recuperar a dignidade.”

Essa cena é muito familiar para muitos trabalhadores; quem nunca foi explorado ou repreendido?

Pode-se dizer que as palavras e pensamentos da funcionária são sentimentos que muitos já tiveram.

Na frente de um restaurante, o dono finalmente perde a paciência com a ganância de um mendigo e o expulsa com uma vassoura: “Sai daqui! Você não vai morrer de fome!”

“Você acredita que a bondade só tem valor se vier acompanhada de firmeza.”

“Mandou bem!”

“Já devia ter feito isso há muito tempo!”

“Perfeito, é assim mesmo!”

“Aquele mendigo é nojento!”

“A bondade precisa ter um pouco de firmeza!”

Fora da sala de cirurgia de um hospital.

A família do paciente não aguenta mais e avança: “O que significa ‘fiz o possível’? Não deu dinheiro? Aqui está, aqui está!”

O pai da criança tira a carteira e entrega dinheiro.

“Querem dinheiro? Aqui está! Aqui está, aqui está!”

Ele joga as notas na cara do médico.

Quando tenta agredir o médico, um jovem médico o impede, mas recebe socos do pai da criança.

“Você acha que a raiva é o único jeito de preencher tantas ausências e perdas.”

Nesse momento, o curta para novamente.

Li Huan continua escrevendo o restante da história.

E as pessoas naturalmente começam a discutir.

“Guardam a raiva no começo e depois a liberam, mas uma coisa: isso é um comercial?”

“É, não dá para perceber, né?”

“Sem sentido nenhum!”

“Mas falando sério, a segunda parte foi ótima, né? A advogada inescrupulosa apanhando na internet, o professor parcial sendo enfrentado pelo aluno, o mendigo ganancioso sendo expulso, a funcionária no trabalho só podendo reclamar, e no hospital, a criança já se foi e o pai partiu para a agressão; além da raiva, ele pode até enfrentar processos!”

“Sim, são situações muito representativas, mas o que isso tem a ver com propaganda de marca?”

Não são só os internautas que discutem assim; no júri, todos estão perplexos.

Wang Shuo coça o queixo e diz: “Não tirem conclusões precipitadas, o título é: ‘Para toda a beleza por trás dos mal-entendidos!’ Então, acho que ainda tem mais!”

Mal Wang Shuo termina de falar, Li Huan envia a próxima parte da história.

Mas surpreendentemente, o vídeo não segue a ordem anterior.

Aparece direto no escritório.

Todos os colegas foram embora, a funcionária entra na sala do chefe com a proposta de campanha revisada.

“Chefe, aqui está a nova versão da proposta!”

“Hum!” O chefe levanta levemente a cabeça e responde.

A funcionária aperta os lábios, hesita, mas acaba falando: “Meu supervisor...”

Antes que termine a frase, o chefe a interrompe.

“Seu supervisor pode te proteger uma vez, mas não pode proteger duas.”

A funcionária fica atônita, o público também, e os jurados ficam surpresos.

Eles não esperavam uma reviravolta.

A cena volta no tempo.

É o supervisor bajulando o chefe no escritório.

O chefe toma café e diz: “Se não funcionar, demita direto! Não ocupe vaga na empresa!”

O supervisor sorri sem jeito: “Chefe, ela se formou recentemente, não tem muito experiência, mas é esperta; acho que podemos dar mais uma chance!”

Nesse momento, a câmera se afasta, mostrando a funcionária falando mal dele pelas costas, dizendo que ele parece um cachorro.

“Na verdade, você só vê a exigência, mas não as oportunidades.”

Olhando para o supervisor, sorrindo e bajulando, e lembrando da funcionária falando mal dele, muitos sentem uma pontada de tristeza.

Mas desta vez, não pela funcionária, e sim pelo supervisor aparentemente insignificante.

Essa reviravolta surpreende a muitos.

E lembram do título da obra: sim, o que você vê pode não ser a verdade!

Ela só viu o supervisor sendo rígido e severo, só viu ele bajulando o chefe, mas não sabe que ele faz isso como um cachorro... por sua causa.

Na sala do professor.

A professora chama os pais do aluno.

“Xiaoxue perguntou sobre um problema difícil, ele perguntou sobre um exercício que já expliquei inúmeras vezes!”

“Professor, fique tranquilo, vou dar uma surra nesse garoto quando chegar em casa!” diz o pai irritado.

“Burro, preguiçoso e ainda não estuda direito!”

A professora responde, um pouco resignada: “Você deveria passar mais tempo com ele, não ficar sempre batendo ou comparando com outras crianças...”

O aluno sentado na porta ouve a conversa, segura o livro que rasgou e sente profundo arrependimento!

“Na verdade, você só viu o favoritismo, mas não viu a dedicação.”

Mais uma reviravolta.

Nos comentários, o tom muda completamente.

“Por que, mesmo explicado várias vezes, ele não entende? Tenho colegas assim!”

“Explicaram tanto, tem certeza que ele prestou atenção?”

“Mas o professor também deveria mudar o método, criticar na frente da turma toda pode ferir a autoestima da criança, né?”

“Verdade, e o supervisor, por que é tão rude? Poderia ser de outro jeito!”

“Parece que alguns aqui são como aquele mendigo, gananciosos. Eles são seus pais? São humanos também, sabia? O supervisor se abaixa para o chefe por você, e o professor é paciente contigo; reclama do pouco e não pensa se o professor e o supervisor aguentam também!”

“Exato! Por que o mundo inteiro tem que te tratar bem? Eles já fazem o suficiente, sabia?”